Você já ouviu falar em Densitometria de Composição Corporal?

Apesar de ser conhecida por diagnosticar quadros de osteopenia ou osteoporose, a densitometria também avaliar a massa corporal.

Diferentemente da Densitometria Óssea, que avalia a densidade mineral óssea, a Densitometria de corpo total mede a quantidade de massa magra (músculos), gordurosa e óssea do corpo inteiro.

Como o exame é feito?

Antes do exame, é realizado um questionário com o paciente, referente ao seu estado de saúde geral. Além disso, é registrado peso e altura do paciente.

O paciente é posicionado na mesa do densitômetro (o equipamento não é fechado). Assim, é realizado um escaneamento rápido (em torno de 10 minutos).

É preciso se preparar?

No dia do exame, sugere-se jejum de 3 horas e evitar tomar suplementos de cálcio durante pelo menos 24h antes do exame.

Por que fazer o exame de densitometria?

Enquanto a Densitometria Óssea poderá demonstrar casos de osteoporose iniciais podendo ser tratadas precocemente, a Densitometria de composição corporal atua no tratamento de obesidade, doenças relacionadas a perda de massa magra e acompanhamentos nutricionais.

Assim, conhecer os níveis de gordura corporal e massa muscular pode ser muito importante para descobrir em quais locais do corpo há estocagem destes elementos.

Dessa forma, a Densimetria também contribui para alguns tratamentos e a manutenção de uma vida mais saudável.

O exame pode ser indicado para monitorar atletas ou pacientes que podem apresentar desequilíbrios nas massas gordurosas, magras ou ósseas. Por exemplo, anorexia, obesidade, pacientes submetidos à cirurgia bariátrica, pacientes que receberam ou recebem quimioterapia, portadores de doenças crônicas.

É possível avaliar suspeita de sarcopenia (massa muscular abaixo dos níveis referenciais), lipodistrofias (aumento ou redução de massa gordurosa).

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